Frente parlamentar da Alesp realiza audiência com pacientes de cannabis medicinal

Fotografia, em vista aérea, de uma folha de maconha (cannabis) de cinco pontas sobre uma superfície de cor cinza-escuro, onde a luz incide da direita e sombreia os folíolos. Imagem: Pexels / Kindel Media.

Frente parlamentar da Assembleia de São Paulo em defesa da cannabis recebe pacientes que fazem uso de medicamentos à base da planta em reunião virtual na próxima terça-feira (8)

A Frente Parlamentar em Defesa da Cannabis Medicinal e do Cânhamo Industrial da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), visando sensibilizar a sociedade e trazer relatos verídicos da eficácia do uso de medicamentos à base de maconha, bem como debater sobre como o Estado pode ajudar no acesso ao tratamento, realizará na próxima terça-feira (8) mais uma audiência pública.

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O evento será o segundo de uma série de oito debates em torno do tema, que a frente pretende realizar até junho, e contará com a presença dos seguintes palestrantes:

Márcia Guerra. Psicóloga aposentada e ativista na questão da cannabis medicinal, associada à Cultive, que faz uso de medicamento à base de maconha para o tratamento de artrite reumatoide (desde os 16 anos) e síndrome de Sjögren com quadro epiléptico.

Bruno Taioli Jr. Teólogo e educador social no Instituto Humanitas360, pastor na igreja presbiteriana em Alphaville e capelão prisional. Esposo de Patricia Taioli, que faz uso de medicamento à base de cannabis pelo diagnóstico de trombociteumia essencial e pelos efeitos da quimioterapia diária, e pai da Anna, de 9 anos, que está no espectro autista e também faz uso de medicação à base de cannabis.

Patrícia Boscatto. Administradora, acolhe famílias no tratamento com cannabis medicinal e é mãe da Isadora, de 13 anos, que faz uso de medicamento à base de cannabis pelos diagnósticos de síndrome de Down, TDAH (transtorno de céficit de atenção e hiperatividade) impulsivo agressivo, TOD (transtorno opositor desafiador) e autismo. Filha e sobrinha de pacientes que fazem uso de medicação à base de cannabis.

Ana Cristina P. Neves. Economista pela Unicamp, é mestre em economia pelas Universidades de Cambridge e Federal do Rio de Janeiro. Professora e tradutora, tem dores crônicas há 15 anos, com diagnóstico de endometriose em 2009 e fibromialgia em 2015. Iniciou o tratamento com cannabis medicinal em setembro de 2020, possibilitando a interrupção do uso contínuo de opiáceos em fevereiro de 2021.

Serviço

2ª audiência pública da Frente Parlamentar em Defesa da Cannabis Medicinal da Alesp

Tema: Paciente que utilizam medicamentos à base de cannabis

Quando: 8 de fevereiro, às 19 h

Onde: Zoom, com transmissão pelo YouTube

Inscrições: sympla.com.br

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#PraTodosVerem: fotografia, em vista aérea, de uma folha de maconha de cinco pontas sobre uma superfície de cor cinza-escuro, onde a luz incide da direita e sombreia os folíolos. Imagem: Pexels / Kindel Media.

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